segunda-feira, 22 de setembro de 2014

PELA MANHÃ E A NOITE

De manhã bem cedo ele senta-se no banco do mesmo jardim, todos os dias. E fica a apreciar um horizonte sem fim que começa a despontar. Um horizonte infinito, límpido e muito meu. Pensa ele. Vê então alguém jogar comida para os passarinhos..eles caem como folhas caso não soubessem voar.Ele percebe então que estavam a espera escondidos entre os galhos da árvore;A espera daquele rito matinal,ansiosos e famintos. Alegres comem satisfeitos os alimentos que alguém bondosamente ofereceu-lhes. As folhas das arvores a balançarem silenciosamente, ainda molhadas pelo orvalho da noite. E ainda molhadas pela brisa da madrugada! Talvez a mesma brisa que chega para anunciara majestosa chegada de mais um dia. De manhã bem cedo ele senta-se no banco do jardim..

2 comentários:

  1. Poesia pura redigida em forma de prosa.
    Texto ligeiro e conciso, mas que diz muito em poucas palavras.
    Parabéns!
    (Luiz Ilasan)

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  2. Obrigada Luiz Ilasan! é sempre um prazer recebê-lo aqui!!!!!!!

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