quarta-feira, 26 de março de 2014
segunda-feira, 24 de março de 2014
SOBERANA
Somente na estação das flores onde o clima de vida sim
Havia!
Um sopro de vida começa a emergir..
E o que espera do outro lado da vida?
Alguém às vezes gostaria de saber, um dia se quer.
Outro não...
Há caminhos que só o sol conhece,
Por quê?
E se, se quer ir em busca do horizonte segue-o...
Onde os mistérios se escondem e onde há um encontro de magia e luz.
O Orvalho em busca do amanhã... e a procura incansável de um dia quando finalmente a noite se vai.
O vento que sopra mudando assim o rumo das velas
Tornando-se então um longo dia onde o orvalho, o horizonte,
a magia e luz, os mistérios e o sopro de vida seguem a soberana trilha do SOL... e crendo-se que Deus era o guia o tempo todo...
Alguém seguia as cegas!!!!!!!!!!!
FELICIDADE
Ela existe em fios soltos do qual
Pobres mortais tentam
Alcançá-la e te-la a todo custo
É como tentar se agarrar numa corda de água viva
Quando se vê afogando no mar sozinho
É uma luta desenfreada
E desesperada Para sobreviver
A felicidade pra mim é como ser isso
Um dia feliz outro nem tanto
Outros em que o sorriso morre nos lábios
E o brilho de alegria morre nos olhos
E o coração acelera de tristeza querendo chorar
Haverá um sonho pra mim
Um sonho de amor e felicidade
Haverá um sol a brilhar para mim
Nesse marasmo de altos e baixos
De sonhos que nunca se realizam
É a corda viva se soltando...
E a água do mar revolto querendo me engolir
Eu me pergunto, haverá para mim uma primavera...
Cheia de flores sucesso e alegria
Já que a felicidade um dia me abandonou
Um belo dia ela me abandonou...
O dia em que nasci é foi assim!
Naquele dia os pássaros se calaram
As uvas não brotaram na parreira
O céu de um azul límpido ficou cinza
E a brisa parou, o orvalho segurou sua seiva.
O vento ficou parado no ar, segurando o fôlego.
Não, não era um prelúdio, era fato, um fato triste.
E desconcertante, a natureza se comoveu, mas.
Nada pode fazer... Era a falta de felicidade chegando no ar
Fazer o que? A ordem era parar, parar qualquer sinal,
Que gerasse felicidade, o vento, o sol a primavera.
A brisa e o doce orvalho e as belas uvas verdes num pé
Respladencente e de vivas folhas que dariam vida a outras
E consequentemente um lindo pé de uvas abrilhantaria o pomar
E o cheiro de frutas verdes..
Anunciando a chegada de outras maduras e saborosas.
Ah sim naquele momento tudo o que era belo parou, dando;
Lugar para a não felicidade que acabava de chegar
Eu chorei assim que nasci até aí tudo certo
O estranho seria se não tivesse chorado, já que a felicidade abandonou desde o nascimento
Pois o choro, ele sim era um prelúdio de..
Que muitos outros viriam milhares deles,
Cujas lágrimas seriam as mesmas a se tornar um mar
Aquele mar revolto, do qual eu teria que lutar bravamente para.
Não me afogar na onda da infelicidade, que o vento prendeu seu folego.
A brisa, o sol, o orvalho, aquele pássaro que segurou seu vôo.
Aquela uva que não nasceu, adiou seu broto para o dia seguinte.
Todos eles, todos! Inclusive a vida
Negaram-me a felicidade no dia em que nasci.. Bem naquele dia!
sábado, 15 de março de 2014
O Grito
O Eco surgiu do fundo de um abismo respondendo ao grito rouco de um ser angustiado e aterrorizado.
A águia agoniada diante daquele eco triste e alto, voava de um lado para o outro assustada.
E uma duvida estrangulava sua alma;seria seu próprio eco? E se fosse ah ela não teria mesmo mais controle sobre seu próprio grito agonizante?
-Deus meu Deus tenha piedade de mim, pois estou indefeso e vulnerável, presa fácil para meus inimigos algozes.
O ser angustiado assistia a tudo e inerte foi incapaz de salvar a pobre águia.. Tão inerte estava ele que seu coração não se apiedou.
Oh nada mais importava, pois quem viria aquietar sua própria alma, sua pobre e inerte alma? Oh não, não tinha a ver com aquilo.
As águas do mar foi o fim daquele já rastejante pássaro voador..
Que enlouquecido, pois julgava ser eco de seu próprio grito faminto..
Dilacerado que descontrolado saia de sua garganta ferida.
Então voando rastejante e sofrido caiu na água e naufragou-se..
E foi aí então que percebeu.. que aquele aterrorizante e assustador grito..
Pertencia a outro ser..
Tarde demais para aquela triste águia que desesperada tentava emergir, tarde demais!
As águas famintas e vorazes levavam a força de suas asas que debilmente renderam-se e debilmente ela partiu.. suas assas a traíram e ela partiu.
E bem ao fundo bem longe como se fosse uma trilha sonora fúnebre...
Pode se ouvir um dramático ensurdecedor, e eloqüente..som.
Todas as aves em desespero coletivo ecoavam funebremente
Num vôo desesperado (e em círculos) sobre as águas do mar onde se naufragou a pobre e solitária águia.
E o ser que inerente a tudo assistia.. Primeiro olhou para o ar depois voltou o olhos para as águas e histericamente.. sorriu.
quinta-feira, 13 de março de 2014
Linhas Paralelas
..De pequenas telas
Belas a borrar aquela moldura onde mora o sonho
Pois o sonhar impera e espera algo tão lindo
De sofrer sorrindo, pois nem sempre o choro impera.
Sonho de um ficar profundo de sonhar com um mundo
De um pequeno porte, mas de grande sorte.
Sonho de um poeta atleta grande de ambição elegante
De querer que o mundo se entristeça nunca
De tranqüilo amor e tranqüilo amar
Linhas paralelas de felicidade plena de cantar enorme de
Vôo esplêndido e resplandecente..sonhos de ficar sorrir
De amar amor ah que belo sorriso!pois sorrir é preciso.
Pena.. Que chorar também!
quarta-feira, 12 de março de 2014
O destino responde
Olá poeta que me fala! Sou o destino e lhe asseguro..
O porto seguro esta dentro de você!
Sou sim seu dono e, todavia direciono seu rumo,de acordo e com total apoio de um sopro chamado vida.
Ela me empurra e eu consequentemente assumo o controle das velas desse barco que é a sua historia (todo sobrevivente tem uma).
Mas você pode mudar o rumo de algumas velas,remando sem parar até a direção que leve a seu favor, a direção que você escolher.
Às vezes não dá, pois o mar fica bravo e a maré sobe: é a sua resistência que esta sendo testada e provada.
É o lucro do sofrimento, pois se ganha lá na frente quando se perde lá trás.
Bem vês, que há pessoas que conseguem tudo fácil..porém são pessoas tão insatisfeitas e mal agradecidas sempre querendo mais e sem agradecer as facilidades que lhe são concedidas.
Lembre-se o porto seguro esta dentro de você!
Olhe!.. Aquele vento forte e bravio lá fora parou este mais calmo agora.
Você então.. Já pode voltar a sonhar!
Indagando o destino
Quero, todavia a compor essas mal traçadas linhas que falem de: Amores frustrados, sonhos quebrados e incertos, desabafos, choros velas..
Quero ficar aqui fazer conjecturas aos meus medos e a esse tal de "Destino"
Afinal, és justo não justo ou injusto, dominas ou és dominado.
A vida realmente o direciona e és um pobre coitado, açoitado e xingado por nós meros sobreviventes da terra?
Ou simplesmente nos leva para onde quer a seu bel prazer?
Tu és o desmando do livre arbítrio falsamente nos dado?
Quero saber destino escape dessa agora! se ninguém nunca o pressionou eu o faço agora,e exijo uma resposta.
Sem demora!
Pois o tempo urge
O vento lá fora.... Tem pressa de balançar a vida de sopro e esperança..
E os sonhos de quem ousa como eu sonhar.
sexta-feira, 7 de março de 2014
Para Sempre
Para Sempre...
Serei sempre teu mesmo se o sol sumir
E a areia do deserto engolir meus sonhos
Sempre teu mesmo se o vento se calar
Para sempre e a nuvem me levar
Serei sempre teu mesmo depois quando no
Mundo não existir mais nada somente pó e chuva
Sempre, sempre teu se o mar engolir o navio da esperança,
E dentro dele tiver meus anseios, ainda serei teu.
Serei sempre para sempre teu
Assim como a neve sobrevive a tanta primavera
E a primavera sobrevive a tanta chuva e trovoada (fora do tempo)
Meu amor resistira... ao tempo e ao vento
Ah! Serei sempre teu até mesmo quando meu espírito
Não mais suportar a tantas desventuras
****************
Sim querido eu também sempre tua serei
E te digo ainda mais: quando meu querido
No mundo não existir mais nada
Quando a nuvem te levar, e o vento se calar
A areia do deserto engolir teus sonhos
E o navio da esperança afundar no mar..
.. Levando teus anseios.
Digo-lhe: quando no mundo não existir mais nada, somente pó e vento..
Se eu puder ouvir o som de tua voz que seja um sussurro apenas..
Eu tornarei a nascer
E continuarei a ser sempre tua
Contemplação
Ele contemplava da janela, o seu jardim de flores raras era um hábito seu de todas as manhas de sol ou de chuva.
E o jardim era belo havia flores de todos os tamanhos e cores, folhagens, lírios margaridas, beijinhos, vasos de violetas.. Enfim um paraíso
A brisa suave da manha a balançar as folhas das plantas e arvores e ele via os beija-flores a sugar o mel de sua flor preferida..
Da sua janela ele via ainda as formiguinhas lá embaixo andando organizadas em fileirinhas, e às vezes uma vinha em auxilio de outras que não conseguia carregar sozinho o peso do seu trabalho, amigas, solidárias.
Ah! E os pássaros! Eram bem-te-vi de peito amarelo e toda sua família, pássaros de varias cores e espécies brincavam entre eles e pulavam de arvore em arvore felizes como a celebrar mais uma manha.
Que paisagem meu Deus! Ele podia fechar os olhos e aquele cenário todo permanecia em sua mente, conseguia ver onde localizava cada planta, cada flor, arvores e folhagens e aquele pé de rosas amarelas lindas e ao lado delas belas azaléias , e podia se ver as borboletas a pousar sobre elas, ah a natureza como é bela!
Contou isso ao seu amigo Pedro que boquiaberto perguntou. -Mas como pode ser isso Marcos se você é cego.
Ele sorriu e respondeu-É que eu vejo meu amigo com os olhos da alma!
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