segunda-feira, 22 de setembro de 2014
NO SILENCIO DA MADRUGADA
É na madrugada que o silencio está sempre presente e é nesse silencio que ela encontra a si mesma.
Silencio este que quanto mais o tempo passa mais a quietude fica.
A lágrima fica na garganta tímida e triste o coração apertado querendo algo que nem ela mesma sabe o que é (ou talvez o saiba).
Tudo está tão quieto que até o farfalhar das formigas no jardim pode ser ouvido..é uma quietude que lhe dilacera a alma e o peito parece explodir de amargura.
No silencio da madrugada ouve as batidas descompassadas de seu coração aprisionado amedrontado dilacerado.
A madrugada insistiu no silencio e seu coração insistiu naquela insônia intrépida.
Assim chegou ao fim essa triste saída da noite e o dia finalmente surgiu trazendo o sol e nuvens brancas.
E também um coração descompassado e aprisionado..nada mudou! Somente o silencio da madrugada!
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Outra frase não será necessária: "Somente o silêncio da madrugada!".
ResponderExcluirDizer mais o quê?
(Luiz Ilasan)
Diz tudo não é? É a interpretação de uma escrita não é pra qualquer alma,só os mais sensiveis! Obrigada pelo comentário e visita.ao blog.
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